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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

1945 - Dizzy Gillespie-Charlie Parker: Town Hall, New York City, June 22, 1945 (Uptown)

Uma descoberta arqueológica que altera significativamente a história discográfica dos primeiros tempos do bebop depois de uma descoberta feita pelo dono da gravadora Uptown Records, Robert Sunnenblick cotendo quarenta minutos de pura adrenalina bebopiana, uma jóia rara intitulada:. Dizzy Gillespie-Charlie Parker: Town Hall, New York City, June 22, 1945 (Uptown). O show foi gravado em 22 de junho de 1945 em Nova York e além dos grandes mestres Dizzy e Bird o sexteto tem Don Byas no saxofone tenor, Al Haig no piano, Curley Russell no baixo e Sid Catlett e Max Roach dividindo a bateria. O album apresenta um som bem razoável e chiado quae imperceptivel, improvisando ao vivo a partir de seis faixas do idioma Bebop - "Night in Tunisia", "Groovin’high" e "Salt peanuts", de Gillespie; "Hot house", de Tadd Dameron; "52nd. Street theme", de Thelonious Monk onde Bird e Diz gravaram esses temas centenas de vezes. Por que então o registro desse concerto inédito de 22 de junho de 1945 pode ser considerado uma reliquia?. Quem pode nos dar uma resposta a´alturanada mais que Fred Kaplan - crítico de jazz do "The New York Times" - "Pedra da Roseta do bebop?!!!!".Sem falar na qualidade intrínseca das performances desse quinteto Parker - Gillespie (o grande tenorista Don Byas aparece também na primeira faixa e Sid Catlett substitui Max Roach em dois números), basta lembrar que a primeira sessão de gravação histórica do autêntico bebop ocorreu em 11 de maio de 1945. Naquela data, os "All-Stars" de Dizzy Gillespie era formado:Parker-sax.; Al Haig-piano; Curley Russell-baixo; Catlett- bateria, perpetuaram quatro faces de discos de 78 (r.p.m.) para o selo Guild: "Salt peanuts", "Shaw’nuff", "Lover man" (com vocal de Sarah Vaughan) e "Hot house". Mas as faces dos discos de dez polegadas dos anos 40 não ultrapassavam os 3m22s ficaram galfado no tempo. Só em 45 esta formação integra por completo este achado com a chegada do long play 33\5 o que não se podeia fazer com os 78 por falta de tempo. Em apenas 35 anos de vida Parker também conhecido como "Bird" foi um dos principais responsáveis pelo surgimento do Bebop - um novo e rápido estilo de jazz, marcado por longas improvisações e que influencia músicos até os dias de hoje. De acordo com críticos, se Parker era a alma do Bebop, o trompetista Dizzy Gillespie era o coração sendo responsável por consolidar o novo estilo. Para muitos, Parker transformou o Bebop numa música considerada "cult" enquanto Gillespie o popularizou. Dizzy teve uma carreira bem mais longa que "Bird", começando no final da década de 30 e terminando apenas com sua morte em 1993. Charlie Parker morreu em 1955 devido a problemas de saúde relacionados com o alto consumo de drogas.
Faixas:

01 - Shaw Nuff
02 - Be-Bop
03 - Groovin' High
05 - Salt Peanuts
06 - Hot House
07 - 52nd Street Theme

Musicos:
Dizzy Gillespie - Trompete
Charlie Parker - Sax. Alto
Don Byas - Sax. Tenor
Al Haig - Piano
Curley Russell - Baixo Acustico
Max Roach - Bateria
Sid Catlett - Bateria

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Boa audição - Namastê
Postagem em parceria com Jazzmam e Borboletas de Jade
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Charlie Parker and Dizzy Gillespie

1986 - Bird & Diz [1986 Bonus Tracks] Recording Date: Jun 6, 1950
Ouça a obra-prima de Charlie Parker e Dizzy Gillespie, ao lado de feras como Thelonious Monk, Buddy Rich e outros.


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This collection of 78 rpm singles, all recorded on June 6, 1950, was originally issued in album format in 1956. Several things distinguish this from numerous other quintet recordings featuring these two bebop pioneers. It was recorded during the period that Charlie Parker was working under the aegis of producer Norman Granz, whose preference for large and unusual ensembles was notorious. The end result in this case is a date that sounds very much like those that Parker and Dizzy Gillespie recorded for Savoy and Dial, except with top-of-the-line production quality. Even more interesting, though, is Parker's choice of Thelonious Monk as pianist. Unfortunately, Monk is buried in the mix and gets very little solo space, so his highly idiosyncratic genius doesn't get much exposure here. Still, this is an outstanding album -- there are fine versions of Parker standards like "Leap Frog," "Mohawk," and "Relaxin' with Lee," as well as a burning performance of "Bloomdido" and an interesting (if not entirely thrilling) rendition of the chestnut "My Melancholy Baby." [This 1986 CD reissue of Bird & Diz adds alternate takes to make what was originally a very skimpy program slightly more generous.]

by Rick Anderson(AllMusic.com)

http://www.cmgworldwide.com/music/parker/
http://dizzygillespie.org/

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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Charlie Parker

1949 - Jazz at the Philharmonic, 1949
A obra-prima de um dos artistas mais influentes da história do Jazz. Ouça Parker ao lado de Roy Eldridge, Lester Young, Buddy Rich, Ella Fitzgerald e outros.


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Amigos, tenho o grande prazer de compartilhar mais uma obra-prima do Jazz. Em 1949, o genial Charlie Parker idealizou no Carnegie Hall o Jazz at the Philharmonic, um show histórico, onde Parker reuniu os melhores artistas de Bop e Swing da época. O show é tão histórico que mostra Parker tocando com o trompetista Roy Eldridge, uma de suas maiores influências. Vocês ainda terão o privilégio de ouvir Parker com o grande Lester Young, ambos são considerados os maires saxofonistas surgidos na década de 30. Só por isso tudo que eu já citei é certo que Jazz at the Philharmonic é maravilhoso, mas, além disso, tem o talento genial do Charlie Parker em solos muito atraentes, acompanhado de Flip Phillips (tenor saxophone), Tommy Turk (trombone), as mãos habilidosas do grande Hank Jones (Piano) e o eterno Ray Brown (bass). Vocês acham que as surpresas acabaram por aí? O álbum ainda tem o grande Buddy Rich na bateria, considerado na época um dois maiores bateristas em atividade. Só para fechar o orgasmo, se deleitem ouvindo todos essas performances maravilhosas na voz excitante de Ella Fitizgerald, em improvisos fantásticos, fazendo o público do Carnegie Hall delirar . Inesquecível!

http://www.cmgworldwide.com/music/parker/